domingo, 24 de janeiro de 2010

A ENGENHARIA DE DEUS

A Engenharia de Deus


A corcova do camelo dromedário pesa aproximadamente 36 quilos e contém gordura que é combustível para o seu organismo e suprimento de emergência. Quando não encontra comida seu organismo automaticamente vai consumindo a gordura que está armazenada na corcova até que ela murcha e cai para um dos lados do seu corpo. Logo que chega a um oásis e começa a comer, rapidamente a corcova volta à forma normal. O camelo consegue beber 70 litros de água em aproximadamente 10 minutos. Seu projetista o criou de uma forma tão fantástica que toda a água ingerida, exatamente após 10 minutos, é rapidamente absorvida pelos vasos sanguíneos que a transmitem para os bilhões de células microscópicas que formam o seu corpo deixando seu estomago totalmente vazio.
O sangue do ser humano possui 94% de água. Se 5% da água for perdida, a visão fica comprometida, se a perda for 10%, a pessoa enlouquece, com 12%, o sangue fica tão espesso que o coração não consegue bombeá-lo mais e pára. O sangue do camelo contém o mesmo percentual de água que o do homem, no entanto, se perder 40% da água não lhe traz nenhuma seqüela. O nariz do camelo poupa água. Quando espira seu nariz retém toda a umidade do ar que sai dos seus pulmões conservando-a nas membranas nasais. Os vasos sanguíneos ao absorverem a umidade das membranas a devolvem para o sangue. É uma espécie de sistema de reprocessamento, como se diz em engenharia. Ou seja, o nariz transforma a umidade do ar que sai dos pulmões em água novamente. Isso é possível porque ao respirar o ar quente e seco do deserto ele passa pelos orifícios nasais umedecidos, troca calor, produzindo um efeito de resfriamento tornando a temperatura no interior do nariz bem abaixo do restante do corpo. Ao enfrentar tempestades de areia no deserto, o camelo resiste bem, pois, seu projetista colocou músculos especiais nas entradas de suas narinas que fecham as aberturas nasais, mantendo a areia fora do nariz, mas ainda permitindo a passagem do ar para os pulmões. Suas pálpebras descem sobre seus olhos como telas, protegendo-os da areia e do sol, mas ainda permitindo uma clara visão. O camelo tem uma joelheira especial nas pernas dianteiras que começou a crescer aos seis meses de idade. Se não as tivessem seus joelhos estariam sempre feridos, pois, não suportariam levantar do chão seu corpo de 450 quilos. Toda essa descrição prova que o camelo foi projetado para o deserto. Alguma vez você já ouviu falar que pode existir um projeto sem que exista o seu projetista? É difícil compreender por que algumas pessoas dizem que o camelo evoluiu de alguma outra forma para o que ele é hoje. Um animal de constituição muito complexa e técnica como o camelo não poderia ter vindo do nada. Ele foi planejado em uma prancheta por alguém muito brilhante, de uma mente muito lógica, o Deus Todo-Poderoso “todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (João 1: 3).
O minúsculo cérebro do morcego processa as informações dos pulsos de ultra-som emitidos entre 12 e 200 kHz que ele lança no ar para navegar e capturar insetos na escuridão, filtrando todos os outros que saturam o ambiente. Essas freqüências são ideais para localizar objetos e animais. Para uma maior precisão, os morcegos variam a freqüência da emissão, técnica conhecida na engenharia como freqüência modulada FM. O seu radar opera em diferentes modos: o modo de busca emitindo 5 a 10 pulsos /segundos, o modo alvo, aumentando a frequência de repetição de pulsos para 30 a 50 pulsos / segundos e o modo de ataque com frequência de repetição de pulso aumentada para 200 pulsos / segundos. Isso gera uma capacidade de resolução de 0,1 milímetros, correspondendo a uma discriminação de 0,5 a 10 milissegundos, equivalente ao diâmetro de um fio de cabelo. Os complexos sistemas de radar inventados pela engenharia são uma cópia primária da eficiente estrutura dos morcegos. Qual a prova da teoria da evolução diante desse mamífero? Nenhuma! Um mamífero que pesa 5 gramas equipado com um radar controlado por um cérebro do tamanho de um caroço de feijão teria evoluído de um camundongo? Somente a mão poderosa de um Deus Onipotente criou essa fantástica engenharia!

Autor: Marcos Pinheiro. Engenheiro e professor da Unifor. Membro da igreja Assembléia de Deus.
E-mail: marcos_apb@unifor.br

Um comentário:

  1. Muito legal esse texto, gostaria de ver mais texto com o mesmo assunto.

    Realmente o nosso Deus é tremendo.

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